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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Desespero Rapidez e Luz de fim de noite

(ligue a música abaixo e leia pausadamente abaixo, até ver o que vi)
http://www.youtube.com/watch?v=amfCqFUMBkY
(DESCULPEM, mas, a incorporação falhou...)

Uma faca cortando um pescoço, depois um queijo, 
um cara de óculos aparece, 
há uma perseguição de carros, o cara tira o óculos, 
ele chora. escurece, estrelas que são um quadro de Van Gogh, 
frio, vento frio numa porta... São seus olhos 
Mas, começa a clarear, pequenas luzes, o dia?
Das estrelas, dia das estrelas 
Ele tira o óculos, seus olhos são estrelas
As estrelas de Van Gogh
Ouvindo o dia clarear

Outra versão, outra história, por isto, não postei

sábado, 14 de janeiro de 2012

Ruivas

Ruivas tem cabelo vermelho
Com sangue rubro vejo-lhe as faces
Ficando envergonhadas
Beijo-lhe os lábios
Tudo é vermelho em mundos violentos
Mas, dentro daquele motel
Vi uma esperança que não era verde
Nem azul anil
Rubro céu era aquele beijo
Que me deixo de face envergonhada
Vergonha de ter me perdido numa franja
Não mais lua prateada
Na noite rubra, nada velada
De uma ruiva em certa estrada

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Odeio você

Eu te odeio com toda força
Até que da névoa do sonho
No meio da poça, sangue e lágrimas que não meus
Rio deste triste fim, deste curso
Ao qual meu triste discurso
Tomou por rumo
Porém, de noite
Enquanto durmo, molhado na umidade
De tal relatividade
Contigo sonho
Mas, penso n'outra manhã e a tarde
Se fora sonhado
Ou realidade