Perambulando pelo quarto escuro
as ideias que não são tão minhas
Eis-me o homem, aqui vacante
Em férias de algo bom em si mesmo
Cadenciando a marcha ao insondável problema
Falta cometida
Necessidade
Aquilo que não está lá
Sacia-se com várias sombras
Está em um quarto escuro, jamais vê a luz lá fora
Pois, é a noite da alma
Na marca de sua caminhada pelas diversas salas
Busca sair de dentro algo que deve estar lá fora
Sujo, sem luz que não seja fraca
Meros raios de uma vida imersa
Serei eu capaz de sair, às pressas, do mar escuro
E respirar?
Eis-lá o homem, vaidoso
Partindo para o caminho em círculo
Qual o vício o condena e cinge
A face a voltar-se como a serpente da falsa eternidade
Alimenta-se do próprio rabo
Vá e volta
Eis-te aqui, a possibilidade
de sair e caminhar de verdade
Entra no sol e queima o olhar
Pois, só no susto em algum despertar
Se ainda é capaz, eis que acredito que sim
Levanta-te e anda
E olha bem, agora, para trás"
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
Peregrino
Não, não havia mais sentido entre nossos olhares
Nada ali havia, mais que simples poeira, memórias
Pois, é de pó que somos feitos, nisto estão nossos reflexos
Perdidos no tempo, em algum tempo
Isto, uma pequena vela trêmula, a vida.
A vela se apaga, fica um cheio de pavio queimado no ar, por poucos minutos
Não mais, não menos
Porém, o ar permanecerá, o fogo iluminou a sombra
O ato perpetuará pra eternidade
A vela se apagará
A luz iluminará em outras sombras
Em outros quartos escuros
Entre outros olhares
Nós, minha querida, aqui estamos
Como velas no amanhecer sendo apagadas
Para que com o grande sol, sejamos todos iluminados.
E, mais além, para que uma luz muito maior nos transpasse o peito
Corte a sombra interior que é condição humana
Sombra ignorada pelos fracos, festejada pelos demoníacos, temida, pelos sinceros.
A vela se apaga, meu amor, como em nossos anos que passaram
Como todos os problemas enfrentados, filhos criados, casa ajeitada
Bens materiais, envelhecidos ou envernizados, também o são nossos ossos e músculos
Mas, a música permanece
O cheiro do pavio apagado
A manhã chega
O ato perpetuará em insondáveis caminhos
De mistérios sutis, ouvidos por quem possa
Abrir o coração
Ser mais que aquela vela
Apagada
Apagar-se
Peregrino no deserto, escuro e solitário
Vendo apenas outras velas
Pequeninas estrelas
Iluminar o caminho
Com o cheio da parafina
E as estrelas distantes
A vela se apagará
A luz, permanecerá.
Nada ali havia, mais que simples poeira, memórias
Pois, é de pó que somos feitos, nisto estão nossos reflexos
Perdidos no tempo, em algum tempo
Isto, uma pequena vela trêmula, a vida.
A vela se apaga, fica um cheio de pavio queimado no ar, por poucos minutos
Não mais, não menos
Porém, o ar permanecerá, o fogo iluminou a sombra
O ato perpetuará pra eternidade
A vela se apagará
A luz iluminará em outras sombras
Em outros quartos escuros
Entre outros olhares
Nós, minha querida, aqui estamos
Como velas no amanhecer sendo apagadas
Para que com o grande sol, sejamos todos iluminados.
E, mais além, para que uma luz muito maior nos transpasse o peito
Corte a sombra interior que é condição humana
Sombra ignorada pelos fracos, festejada pelos demoníacos, temida, pelos sinceros.
A vela se apaga, meu amor, como em nossos anos que passaram
Como todos os problemas enfrentados, filhos criados, casa ajeitada
Bens materiais, envelhecidos ou envernizados, também o são nossos ossos e músculos
Mas, a música permanece
O cheiro do pavio apagado
A manhã chega
O ato perpetuará em insondáveis caminhos
De mistérios sutis, ouvidos por quem possa
Abrir o coração
Ser mais que aquela vela
Apagada
Apagar-se
Peregrino no deserto, escuro e solitário
Vendo apenas outras velas
Pequeninas estrelas
Iluminar o caminho
Com o cheio da parafina
E as estrelas distantes
A vela se apagará
A luz, permanecerá.
Marcadores:
alegretto,
bethoveen,
deserto,
Filosofia,
luz,
machado de assis,
Poesia,
Symphony No. 7,
vela,
vida
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Moro no bosque, Domingo furioso
Eu moro naquele bosque
Perto da serra
Onde um riacho se esconde
Entre o meio de meu peito
Silenciosa, melancolia
Alimenta meu espírito
Com aquilo que não tive
Obtendo
Alguma ou outra alegria
Mas, apatia
Tudo apatia
---
Perto da serra
Onde um riacho se esconde
Entre o meio de meu peito
Silenciosa, melancolia
Alimenta meu espírito
Com aquilo que não tive
Obtendo
Alguma ou outra alegria
Mas, apatia
Tudo apatia
---
Na fúria, de um domingo
Qualquer
Famílias voltam com sua criançada escandalosa
Em pais mais escandalosos
Tudo, um bravio de bestas
Mecânicas, ônibus, parques moldados
Tudo, um qualquer
Sol de outono coroa a cabeça com calor
A gritaria das máquinas e crianças permanece
A serra de minha casa está longe
O lar do meu peito, desbastado de novas
Árvores está
No mundo
Máquinas e crianças-pais, tagarelam
Tagarelar pra não deixar-se o silêncio
Tomar de si
A voz mecânica
E num coro preso, sem tom ou som
As vozes se abafam, na barulheira
De domingo
Qualquer
Famílias voltam com sua criançada escandalosa
Em pais mais escandalosos
Tudo, um bravio de bestas
Mecânicas, ônibus, parques moldados
Tudo, um qualquer
Sol de outono coroa a cabeça com calor
A gritaria das máquinas e crianças permanece
A serra de minha casa está longe
O lar do meu peito, desbastado de novas
Árvores está
No mundo
Máquinas e crianças-pais, tagarelam
Tagarelar pra não deixar-se o silêncio
Tomar de si
A voz mecânica
E num coro preso, sem tom ou som
As vozes se abafam, na barulheira
De domingo
---
Marcadores:
bosque,
domingo,
idílico,
natuarislmo,
parnasiano,
poema,
poemas,
Poesia
sábado, 7 de julho de 2018
Segunda Dor nas Costas d Nervoso
A poesia está no silêncio
Do olhar perdido de um horizonte
Aflito, apaixonado ou
Na ironia de cada dia
Em seus braços nos levando
A vida
E cada esquina que passo
Cada cheiro, toque que tenho
Estou lá
Na minha presença de si
Consciente em algum nível
De minha estrofe interna
Meu verso amarrado, atado ao peito
Minha âncora fixa entre a palavra não dizível
E toda a estrada entre eu e você
Que me lê
Pequeno leitor, de um mínimo escritor
A poesia está no silêncio do grito
Sufocado do silogismo, lógica épica
Canção de março, água de abril
Frio do inverno, amor de verão
No seu abraço, ah, naquele mesmo
Na memória, na lembrança
Que é calada
Mas, que guarda
O mundo inteiro
A minha presença, agora velho
Enrugado e sereno
Entre as rabugices, entre as fúrias juvenis
Vai apagando uma ou outra coisa
Vai deixando
A memória, eu
Minha presença vai ficando quieta
Me torno poesia
Me tornarei estrofe dos outros
Alguns me amando, outros me odiando
Mas, eu, enquanto a um velho cão neste mundo
Abarco ele inteiro
Observando-o, de revesgueio, canto de olho
Silêncio
Da poesia
À memória
À história
E filosofias
-Morreu hoje, fulano de tal, uma boa pessoa
Não tente mudar o mundo, não é necessário ou possível e apenas te representa o ego que alguma ideia lhe pôs e você acredita que elas estão fora de sua cabeça, na fala dos outros. Busque contar sua história e ser uma pessoa que tenha medos, arrependimentos, algum carinho e virtudes que possa guardar em seu tesouro.
Pois, talvez o que se chama espírito apenas seja a arca que abarca meu mundo. Indizível, mas, que conto, ponto a ponto, nas minhas histórias
Do olhar perdido de um horizonte
Aflito, apaixonado ou
Na ironia de cada dia
Em seus braços nos levando
A vida
E cada esquina que passo
Cada cheiro, toque que tenho
Estou lá
Na minha presença de si
Consciente em algum nível
De minha estrofe interna
Meu verso amarrado, atado ao peito
Minha âncora fixa entre a palavra não dizível
E toda a estrada entre eu e você
Que me lê
Pequeno leitor, de um mínimo escritor
A poesia está no silêncio do grito
Sufocado do silogismo, lógica épica
Canção de março, água de abril
Frio do inverno, amor de verão
No seu abraço, ah, naquele mesmo
Na memória, na lembrança
Que é calada
Mas, que guarda
O mundo inteiro
A minha presença, agora velho
Enrugado e sereno
Entre as rabugices, entre as fúrias juvenis
Vai apagando uma ou outra coisa
Vai deixando
A memória, eu
Minha presença vai ficando quieta
Me torno poesia
Me tornarei estrofe dos outros
Alguns me amando, outros me odiando
Mas, eu, enquanto a um velho cão neste mundo
Abarco ele inteiro
Observando-o, de revesgueio, canto de olho
Silêncio
Da poesia
À memória
À história
E filosofias
---
Cada homem vive em contar sua história. Se não pode resgatá-la, se você simplesmente a odeia, se coloca-a sobre a esfinge de sistemas ou condições simplesmente materiais, alheias a você e sua responsabilidade, já não está mais neste mundo, mas, apenas grita e chora nele, em um amor pelo desespero. Busca matar deuses, pois você em si já não reconheceria nada ou nenhum deles, sua história é meramente um dado, uma estatística, um verbete de enciclopédia ou alguém que poderia ser lembrando apenas num momento sem emoção, ao lermos algum obituário antigo.-Morreu hoje, fulano de tal, uma boa pessoa
Não tente mudar o mundo, não é necessário ou possível e apenas te representa o ego que alguma ideia lhe pôs e você acredita que elas estão fora de sua cabeça, na fala dos outros. Busque contar sua história e ser uma pessoa que tenha medos, arrependimentos, algum carinho e virtudes que possa guardar em seu tesouro.
Pois, talvez o que se chama espírito apenas seja a arca que abarca meu mundo. Indizível, mas, que conto, ponto a ponto, nas minhas histórias
---
Marcadores:
dor nas costas,
enjoy the silence,
lê,
ler,
observar,
Poesia,
segunda,
silêncio
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Sexta não sinto nada
Entre o frio dos dedos
Secos decompondo neste ar
Gelado, certo e ríspido
Caminhante dentro de alguma noite
Rotineira, canseira
Já estou naquele frio
Falta-me empatia
Falta-me você, que vejo no espelho refletido?
A existência não me escapa
Me fogem os outros
E já a moral deste desinteresse se perdeu
Dentro de algum ar gélido
Algum sorriso sem mérito
Ou apenas um caminhante de pouca glória
Ando com o caído e o carrego
Só que sou também em queda
Reajuntando pedaços
Serei de caridade no Inverno?
Carregarei nos verões? Lembrarei das feridas?
Talvez a melhor humanidade esteja em nós
Olha a tua cicatriz de ontem
Viva por aquilo de si
Repire o gelado, sustente
Force o último círculo infernal até que ele,
Estourando
Traga te ao reflexo de si no outro
Desinteresse daquilo que te mandam
Foque naquilo ou procura eternamente
Aquilo que és
---
Pedra que corta o mar. Onda que passa.
Pra fingir movimento na vida
Segue gente aleatória
Pra viver a vida deles
Nas pinturas, enganosas dos fatos
Ouve mentiras pra sua alma
Mas, sorri, mera polidez
Se esconde na tolerância
Quando nunca a entendeu:
que outros também
Deveriam tolerar-te
Bem-vindo a modernidade
De aparências, estilos e opiniões
Aventuras mortas, enlatadas pra se comprar
Seja com dinheiro, seja com amigos
Que confia por conveniência
Quem confia por conveniência
Todos dando importância às neuroses
Todos caminhantes na maré dos fatos
Poucas almas, poucas histórias
Mortas, sem likes
Passadas sob algum trator da história
Miradas como meu espírito desnudo
Nas palavras
Vociferando aos coelhos e gatos
Algum Franscisco imbecil coletivo
Fingindo que vive sendo especial
Olhando nos cantos algum sinal
De notificação de celular
Suas definições de vírus atualizadas
A alma humana computadorizada
Secos decompondo neste ar
Gelado, certo e ríspido
Caminhante dentro de alguma noite
Rotineira, canseira
Já estou naquele frio
Falta-me empatia
Falta-me você, que vejo no espelho refletido?
A existência não me escapa
Me fogem os outros
E já a moral deste desinteresse se perdeu
Dentro de algum ar gélido
Algum sorriso sem mérito
Ou apenas um caminhante de pouca glória
Ando com o caído e o carrego
Só que sou também em queda
Reajuntando pedaços
Serei de caridade no Inverno?
Carregarei nos verões? Lembrarei das feridas?
Talvez a melhor humanidade esteja em nós
Olha a tua cicatriz de ontem
Viva por aquilo de si
Repire o gelado, sustente
Force o último círculo infernal até que ele,
Estourando
Traga te ao reflexo de si no outro
Desinteresse daquilo que te mandam
Foque naquilo ou procura eternamente
Aquilo que és
---
Pedra que corta o mar. Onda que passa.
De mundo inteiro, de pensamento total.
Consciência de erros e omissões.
Confessando, quieto.
Ao espírito que me escuta d'alma.
Corta o mar do mundo a gente.
A gente fica pedra, fragmento.
---
Deixa as notificações no cantoPra fingir movimento na vida
Segue gente aleatória
Pra viver a vida deles
Nas pinturas, enganosas dos fatos
Ouve mentiras pra sua alma
Mas, sorri, mera polidez
Se esconde na tolerância
Quando nunca a entendeu:
que outros também
Deveriam tolerar-te
Bem-vindo a modernidade
De aparências, estilos e opiniões
Aventuras mortas, enlatadas pra se comprar
Seja com dinheiro, seja com amigos
Que confia por conveniência
Quem confia por conveniência
Todos dando importância às neuroses
Todos caminhantes na maré dos fatos
Poucas almas, poucas histórias
Mortas, sem likes
Passadas sob algum trator da história
Miradas como meu espírito desnudo
Nas palavras
Vociferando aos coelhos e gatos
Algum Franscisco imbecil coletivo
Fingindo que vive sendo especial
Olhando nos cantos algum sinal
De notificação de celular
Suas definições de vírus atualizadas
A alma humana computadorizada
Marcadores:
computador,
contra a modernidade,
facebook,
omissão,
poema,
Poesia,
tristeza
sábado, 12 de maio de 2018
sábado sexta
Olhar pro lado e sentir que nada tem
Não tenho amigos que já não incomodei
Ou luzes que apago com minha sombra
Reduzo-me ao silêncio
Não quero incomodar
Mas, meu grito sai por palavras
Abafado, quieto
Ninguém se importaria
Em dois anos apenas lembrariam
Aonde aconteceu a despedida
Não, apenas uma lembrança
De um homem-máquina sem motor
Vendo-se como sucata
Atrapalhando vocês
Com sua estranheza
Palavras e modos
Desculpe, mais uma vez
Não tenho amigos que já não incomodei
Ou luzes que apago com minha sombra
Reduzo-me ao silêncio
Não quero incomodar
Mas, meu grito sai por palavras
Abafado, quieto
Ninguém se importaria
Em dois anos apenas lembrariam
Aonde aconteceu a despedida
Não, apenas uma lembrança
De um homem-máquina sem motor
Vendo-se como sucata
Atrapalhando vocês
Com sua estranheza
Palavras e modos
Desculpe, mais uma vez
----
Existo por apenas duas horas em cinco dias da semana. Na hora da aula ou explicar. De resto, sou uma parede quando não se olha.
----
"A coisa que te guarda
Que cria abismo na real
É a distância da tua boca da minha
Afetando, num inferno astral
Todo o contínuo espaço-tempo de nós juntos"
Existem mais mistérios que nos múltiplos
Cálculos estelares
De meus cálculos renais
Seguindo compassos
De dança cósmica
Entre um sorriso amarelo
Em crise depressiva
Ou um abraço
Que já nem sei mais perdido
Ou festivo
Ou mesmo, faustivo
Contratando socialmente com o Diabo
De um afago a uma indiferença
Entre o vento
E uma boa coxinha
Existe um mar de picuinhas e gracinhas
Numa aula perdida
Nos arredores de Curitiba
Que cria abismo na real
É a distância da tua boca da minha
Afetando, num inferno astral
Todo o contínuo espaço-tempo de nós juntos"
---
Entre o vento e uma boa coxinhaExistem mais mistérios que nos múltiplos
Cálculos estelares
De meus cálculos renais
Seguindo compassos
De dança cósmica
Entre um sorriso amarelo
Em crise depressiva
Ou um abraço
Que já nem sei mais perdido
Ou festivo
Ou mesmo, faustivo
Contratando socialmente com o Diabo
De um afago a uma indiferença
Entre o vento
E uma boa coxinha
Existe um mar de picuinhas e gracinhas
Numa aula perdida
Nos arredores de Curitiba
terça-feira, 1 de maio de 2018
Terça ainda vivo
Seu vestido amarelo estava
Bonito, como um mar
De estrelas
Na minha cabeça
Entre suas pernas
Entre seus passos
Via o mundo
Seu vestido estava amarelado
Agora
Já não mais ouvia o assobio no peito
Toda a vez que nos víamos
Antes, eu era o marinheiro buscando o tesouro
Agora
Pirata entre os rochedos,
Vasculhando Sete Mares, gastando meus Cinco Anéis e todo meu ouro
Aonde está a bússola que me mostrava o Norte?
Aonde está o Sul?
No firmamento, já não existe mais nada
E eu
Agora
Fiscalizava a vida alheia, nestes inúmeros perfis
Nesta inúmera alegria registrada
Desconfio que ela nem existiu
A imagem da beleza não é da alegria
Felicidade não se captura
Ela usa um vestido amarelo
Sorri pra você
Te pergunta as horas
E sai
Agora, não reconheço aonde termina a luz do sol
E aonde começa o meu crepúsculo
Estou amarelado
Pelo tempo, desbotado
Por mim, minhas próprias horas
em dois momentos era apenas
um cruzado, vagando por terras insólitas
galgando a minha Fé
queria encontrar Deus, mas, ele não me achava!
E pela ponta de minha espada, cruzava
Entre os diversos pontos daquela árida emoção
um ou dois momentos de Glória
"-Não, Eduardo, você não está lá... Nunca foi um cara destes!"
Engraçado, pensei que pessoas mortas não falassem
"-Minha morte é entre eu e você, jamais entenderá o que é ser vivo"
Talvez, talvez eu apenas esteja esperando do Céu... Como um cavaleiro
"-Cale a boca!"
E jamais voltei a ver aquilo de volta
joguei as chaves de minha consciência em algum canto
Tranquei-a com duas fechaduras
Irritei algumas pessoas e dei algumas aulas
Já não esperava muita coisa
Apenas em dois momentos era apenas
Um falido, vagando por terras insólitas
Galgando a minha Fé que já não existia firme
Não encontrava Deus, pois ele sempre esteve lá. Só que apenas olhava
E pela ponta de minha caneta, escrevia
Entre os diversos pontos daquela perdida emoção
um ou dois momentos com a Glória
-Você é muito triste e depressivo!
Talvez só esteja imitando o mundo. Alegria se acha em pouca gente, estupidez, vilania e fraqueza, o tempo todo.
Admitir sua mortalidade é um caminho pra se libertar
Pena que a liberdade seja dolorosa e responsável por si
Não mais soldados, não mais fantasmas
O fogo do dragão queima a sua carne e não mais do herói...
Basta trilhar e voltar agora, se ainda consegue dar alguns
Passos
-... Cala a boca
Bonito, como um mar
De estrelas
Na minha cabeça
Entre suas pernas
Entre seus passos
Via o mundo
Seu vestido estava amarelado
Agora
Já não mais ouvia o assobio no peito
Toda a vez que nos víamos
Antes, eu era o marinheiro buscando o tesouro
Agora
Pirata entre os rochedos,
Vasculhando Sete Mares, gastando meus Cinco Anéis e todo meu ouro
Aonde está a bússola que me mostrava o Norte?
Aonde está o Sul?
No firmamento, já não existe mais nada
E eu
Agora
Fiscalizava a vida alheia, nestes inúmeros perfis
Nesta inúmera alegria registrada
Desconfio que ela nem existiu
A imagem da beleza não é da alegria
Felicidade não se captura
Ela usa um vestido amarelo
Sorri pra você
Te pergunta as horas
E sai
Agora, não reconheço aonde termina a luz do sol
E aonde começa o meu crepúsculo
Estou amarelado
Pelo tempo, desbotado
Por mim, minhas próprias horas
----
em dois momentos era apenas
um cruzado, vagando por terras insólitas
galgando a minha Fé
queria encontrar Deus, mas, ele não me achava!
E pela ponta de minha espada, cruzava
Entre os diversos pontos daquela árida emoção
um ou dois momentos de Glória
"-Não, Eduardo, você não está lá... Nunca foi um cara destes!"
Engraçado, pensei que pessoas mortas não falassem
"-Minha morte é entre eu e você, jamais entenderá o que é ser vivo"
Talvez, talvez eu apenas esteja esperando do Céu... Como um cavaleiro
"-Cale a boca!"
E jamais voltei a ver aquilo de volta
joguei as chaves de minha consciência em algum canto
Tranquei-a com duas fechaduras
Irritei algumas pessoas e dei algumas aulas
Já não esperava muita coisa
Apenas em dois momentos era apenas
Um falido, vagando por terras insólitas
Galgando a minha Fé que já não existia firme
Não encontrava Deus, pois ele sempre esteve lá. Só que apenas olhava
E pela ponta de minha caneta, escrevia
Entre os diversos pontos daquela perdida emoção
um ou dois momentos com a Glória
----
Talvez só esteja imitando o mundo. Alegria se acha em pouca gente, estupidez, vilania e fraqueza, o tempo todo.
Admitir sua mortalidade é um caminho pra se libertar
Pena que a liberdade seja dolorosa e responsável por si
Não mais soldados, não mais fantasmas
O fogo do dragão queima a sua carne e não mais do herói...
Basta trilhar e voltar agora, se ainda consegue dar alguns
Passos
-... Cala a boca
Marcadores:
alegria,
amarelo,
caminho,
cavaleiro,
cinco anéis,
cruzado,
felicidade,
feriado,
mares,
piaratas,
piratas,
Poesia,
rochas
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Ao Capitão Emilio Limão
"Quanto viajei para estar aqui
Entre os braços do fim
Nas últimas portas do mundo
Encontrei, achei o meu próprio eu
Navegando entre o desespero
Acumulei tesouros que não precisava
Meu filho, pequeno desastre
Pareço nunca entender
Apenas o silêncio, porém, nos explica"
Meu pai, saúdo as treva que lhe guardam agora
Saúdo como aquele saúda a Tristeza
Como ela me vê de canto de olho
em cada espelho, em cada mísero espelho
Melancolia de nossas escolhas jamais feitas
Das palavras não ditas
De lágrimas que são feridas
Jamais navegando por águas que ainda estou
Jamais encontrei amigo como você
Sua barca atravessou com o guardião
Lhe deixei moedinhas
Espero que pague a conta direito
Nos braços do espírito da Curiosidade
Da História e da Arte me deixou
No respeito por cada problema que tive
Com a atitude franca e possível
De ir.
Se vire, me viro
Ainda estou tentando
Navegamos entre nós, entre nossa humanidade perdida
Nos oceanos das palavras, memórias e perdas
Adeus, meu pai
Até, capitão de sua vida!
Cuide-se, eu me cuido com algumas pessoas aqui
Descobrir cada tesouro em cada uma delas
Ensinar os caminhos da Geografia de si mesmos
Ler meus mapas está difícil sem gente como você
Navegue, permanece navegante
Que os mares jamais deixarão de te lembrar
Entre os braços do fim
Nas últimas portas do mundo
Encontrei, achei o meu próprio eu
Navegando entre o desespero
Acumulei tesouros que não precisava
Meu filho, pequeno desastre
Pareço nunca entender
Apenas o silêncio, porém, nos explica"
Meu pai, saúdo as treva que lhe guardam agora
Saúdo como aquele saúda a Tristeza
Como ela me vê de canto de olho
em cada espelho, em cada mísero espelho
Melancolia de nossas escolhas jamais feitas
Das palavras não ditas
De lágrimas que são feridas
Jamais navegando por águas que ainda estou
Jamais encontrei amigo como você
Sua barca atravessou com o guardião
Lhe deixei moedinhas
Espero que pague a conta direito
Nos braços do espírito da Curiosidade
Da História e da Arte me deixou
No respeito por cada problema que tive
Com a atitude franca e possível
De ir.
Se vire, me viro
Ainda estou tentando
Navegamos entre nós, entre nossa humanidade perdida
Nos oceanos das palavras, memórias e perdas
Adeus, meu pai
Até, capitão de sua vida!
Cuide-se, eu me cuido com algumas pessoas aqui
Descobrir cada tesouro em cada uma delas
Ensinar os caminhos da Geografia de si mesmos
Ler meus mapas está difícil sem gente como você
Navegue, permanece navegante
Que os mares jamais deixarão de te lembrar
Marcadores:
arte,
capitão,
curiosidade,
geografia,
história,
luto,
me viro,
navegar,
ninfas,
Oceano,
pai,
Poesia,
Rafael Langoni
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Fragmento n3
Numa pequena paisagem noturna
Não representa vida alguma
Apenas a lembrança que vem
Quando olho pela janela do ônibus
Toda vez que vem aquela memória
A dor é aquilo que foge o poeta
Ela engana realmente
É o único ser que vem junto com a vida
Talvez de alegrias
Talvez de algumas poucas carícias
Talvez de muitos ensinamentos não-prestados de atenção
Mas, estou ali
Eu, minha dor, minha memória
Minha vida.
Te tirem tudo, não pode escapar do que é
Não pode fugir da tua sombra assim como de tua história
Gasset disse: eu e minhas circunstância
Digo algo como: aquilo que tu vê
No canto do olho
Do espelho
É você espiando sua própria estória
No futuro
O que conta pra ele?"
(Emil Hadaward)
Marcadores:
gasset,
oasis,
ortega,
ortega y gasset,
paisagem noturna,
poema,
Poesia
Fragmento n1
"sou uma coleção de destinos fragmentados
dentro de um fragmento de gente
sem rota definida
calamitando pelas campinas de uma cidade desolada
de milhões de pessoas
nada mais existe dentro daquilo que me fortalece
apenas aquilo que constitui
o ser e o nada
dos caminhos sem mapa
que são a vida do último humano na Face da Terra
da minha Terra
dos garotos perdidos"
(Emil Hadaward)
dentro de um fragmento de gente
sem rota definida
calamitando pelas campinas de uma cidade desolada
de milhões de pessoas
nada mais existe dentro daquilo que me fortalece
apenas aquilo que constitui
o ser e o nada
dos caminhos sem mapa
que são a vida do último humano na Face da Terra
da minha Terra
dos garotos perdidos"
(Emil Hadaward)
Marcadores:
Eu,
eu fragmentado,
fragmento,
Poesia
sábado, 24 de agosto de 2013
Sobre escrever II
(...) é que eu nunca tive tempo pra poemas, apesar de escrever eles... Sou reduzido há poucas chaves em muitas portas fechadas. Sexto Sentido Feminino pro Poder da Terceira Perna Masculina, talvez esta seja a fonte das minhas aspirações, porém, é algo muito do Freud, prefiro a explicação do grego, talvez Aristóteles, "do Homem que Ri", acho que isto que faço, eu rio. Joel Huizinga escreveu sobre o "homo ludens", que jogava com o lúdico a cada dia, no final, acho que tenho um pouco isto, de jogar meu próprio xadrez com a Morte do Sétimo Selo.
Ou, ou talvez seja só o Ramon Smith Velázquez, uma das minhas personalidades.
Ou, ou talvez seja só o Ramon Smith Velázquez, uma das minhas personalidades.
Marcadores:
aristóteles,
freud,
joel huizinga,
o homem que ri,
Poesia
sábado, 6 de julho de 2013
Como tudo é engraçado Nº1
Posto "Você é muito engraçado"...
Daí, você pensa que é uma indireta
Pensa que sou irônico
Ou, que estou falando de algo em particular
Quando, na verdade, estou atrás de seu espelho
Que você olha pensando ser uma janela
Rindo da sua cara
Sim
Você é muito engraçado!
Daí, você pensa que é uma indireta
Pensa que sou irônico
Ou, que estou falando de algo em particular
Quando, na verdade, estou atrás de seu espelho
Que você olha pensando ser uma janela
Rindo da sua cara
Sim
Você é muito engraçado!
terça-feira, 11 de junho de 2013
dois corpos - Ode ao Abraço do Momento Eterno
Dos Corpos
Dois, que se tocam
Levemente, em potência, mas, forte mente, em sentimento
Sentindo teus dedos, tocando minhas costelas
Amassando o meu medo
Daquela noite escura e fria
Dentro de cada aperto, cada tenro feito, cada fortaleza feita
Dos dedos
Dos corpos
Dos dois que se tocam,
Naquele último
Porém eterno
Eternidade não de não mais existir
O abraço
Mas, por aquele momento
Nosso momento
Ser sempre aquele mesmo
Contido, contínuo
Abraço
Dos corpos, dois corpos
Sempre, encorporados
Nosabraço
Pra você, você mesmo!
Dois, que se tocam
Levemente, em potência, mas, forte mente, em sentimento
Sentindo teus dedos, tocando minhas costelas
Amassando o meu medo
Daquela noite escura e fria
Dentro de cada aperto, cada tenro feito, cada fortaleza feita
Dos dedos
Dos corpos
Dos dois que se tocam,
Naquele último
Porém eterno
Eternidade não de não mais existir
O abraço
Mas, por aquele momento
Nosso momento
Ser sempre aquele mesmo
Contido, contínuo
Abraço
Dos corpos, dois corpos
Sempre, encorporados
Nosabraço
Pra você, você mesmo!
Marcadores:
abraço,
ode ao abraço do momento eterno,
Poesia
sábado, 30 de março de 2013
Fantasmas na minha janela
Fantasmas estão na minha rua
Eu mando um e-mail pra eles, dizendo que está tudo bem
Fantasmas estão em meu quintal
Mando o cão dar um latido para espantá-los como espantalho
Fantasmas estão sobre minha porta
Eu estou dentro do seu armário
Fantasmas estão na minha sala, vendo tv comigo, me dando bom dias, todo o tempo, nos meus perfis
Tampo meus ouvidos, fecho meus olhos, calo a boca para mim mesmo
Fantasmas estão na minha vida, olham para mim
Cadavéricos, esperam respostas que apenas eu quero dar
Para alguém que não pode ouvir
Fantasmas estão por todo o lugar
Percebo, então, que fantasma eu sou.
Eu mando um e-mail pra eles, dizendo que está tudo bem
Fantasmas estão em meu quintal
Mando o cão dar um latido para espantá-los como espantalho
Fantasmas estão sobre minha porta
Eu estou dentro do seu armário
Fantasmas estão na minha sala, vendo tv comigo, me dando bom dias, todo o tempo, nos meus perfis
Tampo meus ouvidos, fecho meus olhos, calo a boca para mim mesmo
Fantasmas estão na minha vida, olham para mim
Cadavéricos, esperam respostas que apenas eu quero dar
Para alguém que não pode ouvir
Fantasmas estão por todo o lugar
Percebo, então, que fantasma eu sou.
Marcadores:
antigas coisas,
fantasmas,
fantasmas na minha janela,
Histórias Antigas,
poemas,
Poesia
sábado, 23 de março de 2013
Revolução é Batata Frita
Fabricando Bombas, de chocolate
Quebrando Regras, de estacionamento
Perdendo a linha, da barriga
Destruindo patrimônio, dua Paraíso Perdido
Caminhando e cantando, só que você não sabe cantar
Reclame enquanto pode, pois logo, irá se calar
Reclamações, afinal, são papéis que você coloca na Caixinha de Sugestões
Revolucionário
Todos Batata Frita
Marcadores:
batata frita,
bombas,
fabricar,
Poesia,
poesia desconstrutiva do doctor franz,
Revolução
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Ruiva Caramelo
Ruiva Caramelo
Saiu pela rua atrás do Escaravelho
Na modinha do ser de todo mundo
Acabou comida pela múmia
Que é o seu Chinelo Velho
...
Mas, hoje ela está melhor
Hoje ela está bacana
Gírias dos anos 60, como sua mãe usava enquanto ainda fazia
Xixi na cama
Hoje ela está legal
Mais natural
Como metralhadora atômica de hormônios virginal...
...mente
a idade
...
Mas, hoje a ruiva caramelo está mais com esmero
a quebrar espelhos e o meu velho coração
coração de pó
como o salto da Rua dos Paralelepípedos
Aonde conheci
Eu, a Múmia
Aquela linda sainha de Ruiva Caramelo
...
Um beijo ruiva, com muito esmero
Na rua dos Bobos
Da corte
Em corte
Número Zero.
sábado, 3 de novembro de 2012
Solte puxe segure
Então, ela descobri que estava na última névoa do dia
E caiu
Dentro da sua própria rocha da calçada, seu vômito diário surgiu
No sol
E davam o nome disto de respiração
Mas, ela não me olhou nos olhos e continuou
Com o mesmo ritmo, um memeMeme da vida virada real
Mas, continuamos a respirar
Os dois, ao mesmo tempo, os dois na mesma respiração
Dura como pedra, dua como nada, nada havia na calçada
Só o vômito diário
Respiração
Vamos lá, solta, puxa, segura e
Solta, puxa, segura e solta
Solte sonhos
Puxe esperanças
Segure decepções
Solte mágoas
Puxe aquele primeiro beijo
Segure alguma alegria
Solte, puxe, segure
E Mantenha
A Névoa de vento num dia
Que já nasceu ontem
E caiu
Dentro da sua própria rocha da calçada, seu vômito diário surgiu
No sol
E davam o nome disto de respiração
Mas, ela não me olhou nos olhos e continuou
Com o mesmo ritmo, um memeMeme da vida virada real
Mas, continuamos a respirar
Os dois, ao mesmo tempo, os dois na mesma respiração
Dura como pedra, dua como nada, nada havia na calçada
Só o vômito diário
Respiração
Vamos lá, solta, puxa, segura e
Solta, puxa, segura e solta
Solte sonhos
Puxe esperanças
Segure decepções
Solte mágoas
Puxe aquele primeiro beijo
Segure alguma alegria
Solte, puxe, segure
E Mantenha
A Névoa de vento num dia
Que já nasceu ontem
Marcadores:
Beach House,
Master of None,
poemas,
Poemas musicados dalma,
Poesia,
respire
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Le Deux de Gévaudan
Ali estavam
Ela no banho
Ele no pequeno tassé de café
E nada mais havia no amanhecer
Além de que, o puro e relevante ar da manhã,
Cheiro de cafeína, vapores do sereno e da água
No corpo dela
Enquanto, saindo e se encontrando com ele
O susto correu sobre uma gota suada
Na testa, compartilhada
E eu perco a inocência
Ela, à inocência me tem roubada
Nada mais há daquela manhã, em que um "Bonjour" se tornou um
Toujour
Apenas meus olhos fecharam
E a escopeta lançou
Sangue pros lados, lados de um algo que os escritores tolos
Chamaram de amor
Hoje, é só sexo, drogas e rock'n'roll
Hoje, nada mais é do que uma manhã
Em que dois seres famigerados
Roubam a inocência dos velados, entre dentes
Vapores, saliva e cafeína
Entre eu, você e nós
Apenas isto, leve e tristo, até
Um leve sorriso
E os dois seguem seu caminho, nos bosques de Gévaudan
Alimentando-se de si mesmo, deles, delas, nós e eles
O Mundo contra dois Seres
O caminha apenas como única flecha rajada de sangue
Que sai entre nossas presas
Ao quais chamamos: coração
Meu, teu, nós
E um bom dia pra você
Mon Deux.
Marcadores:
francês,
gévaudan,
le deux de gévaudan,
lobos,
Poesia
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Desespero Rapidez e Luz de fim de noite
(ligue a música abaixo e leia pausadamente abaixo, até ver o que vi)
http://www.youtube.com/watch?v=amfCqFUMBkY
(DESCULPEM, mas, a incorporação falhou...)
Uma faca cortando um pescoço, depois um queijo,
http://www.youtube.com/watch?v=amfCqFUMBkY
(DESCULPEM, mas, a incorporação falhou...)
Uma faca cortando um pescoço, depois um queijo,
um cara de óculos aparece,
há uma perseguição de carros, o cara tira o óculos,
ele chora. escurece, estrelas que são um quadro de Van Gogh,
frio, vento frio numa porta... São seus olhos
Mas, começa a clarear, pequenas luzes, o dia?
Das estrelas, dia das estrelas
Ele tira o óculos, seus olhos são estrelas
As estrelas de Van Gogh
Ouvindo o dia clarear
Outra versão, outra história, por isto, não postei
Marcadores:
Noel Gallagher's,
Poesia,
PoÉtia,
Violinos
domingo, 20 de maio de 2012
Poemas musicados d'alma 2
Adianta o
Dia ser
Tão
Findo,
Lindo,
Fofo? ,
Não há
Nada lá fora
Só o
Vento frio e
Perverso.
Respondo: Se tem, e daí?!
Marcadores:
poemas,
Poemas musicados dalma,
Poesia
Assinar:
Postagens (Atom)
