-Uma pequena conexão podemos fazer entre os olhos verdes de Capitu em ressaca, com o demônio de olhos verdes shakespereano e o Vampiro de Curitiba. Coincidência?
-Eu tenho olhos verdes...
-Hm...
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domingo, 19 de junho de 2016
sábado, 4 de maio de 2013
Moça Vampira de Cabelo Branco
Cabelos brancos tinha já
A moça que ria enquanto eu fiz a última piada, a moça saiu do barzinho
Enquanto a pálida luz havia
enquanto, o mundo, cheio de Mortos-Vivos,
Não entrava pela porta
Eis então, que me vi armado com minha carabina, mirando em seu pescoço
Ahh... Pois, os vampiros existem, meu amigo
Ahh... Assim como as cruzes e prata, que lhes cansam
E pela Estaca, por qual ele se mata
Pra estacar
Tupli
Tumpli
Pluf
Fez o pescoço da menina de cabelos brancos... Quando dela, sai
E entrei, sai
Mais do no seu pescoço
Que se abra a caça aos Vampiros!
A moça que ria enquanto eu fiz a última piada, a moça saiu do barzinho
Enquanto a pálida luz havia
enquanto, o mundo, cheio de Mortos-Vivos,
Não entrava pela porta
Eis então, que me vi armado com minha carabina, mirando em seu pescoço
Ahh... Pois, os vampiros existem, meu amigo
Ahh... Assim como as cruzes e prata, que lhes cansam
E pela Estaca, por qual ele se mata
Pra estacar
Tupli
Tumpli
Pluf
Fez o pescoço da menina de cabelos brancos... Quando dela, sai
E entrei, sai
Mais do no seu pescoço
Que se abra a caça aos Vampiros!
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sábado, 9 de junho de 2012
Hoje está frio
Frio, frio que entra nas capas de alguns vampiros que atacam suas polaquinhas daqui, deste universo curitibano, entre Colônias, olhos verdes e ônibus vermelhos...
Máquina constante das pedras de petit pavet negro-branca em racial transmissão de energias que capturam meus olhos para os das pessoas nas calçadas, que não mais me olham nos olhos;
Não olhamos ninguém nas janelas, queremos mais que todos sejam apenas portas de si, para entrarmos, sairmos, em ritmo sexual constante e que não liga nem ficar com você até de manhã, arruma as malas nas brumas e vai embora,
beijo apenas a tua bochecha e adeus.
Máquina constante das pedras de petit pavet negro-branca em racial transmissão de energias que capturam meus olhos para os das pessoas nas calçadas, que não mais me olham nos olhos;
Não olhamos ninguém nas janelas, queremos mais que todos sejam apenas portas de si, para entrarmos, sairmos, em ritmo sexual constante e que não liga nem ficar com você até de manhã, arruma as malas nas brumas e vai embora,
beijo apenas a tua bochecha e adeus.
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